Os Santuários



O projeto não só deve crescer em números de templos e expansão geo­gráfica, como deve também criar uma consciência de igrejas mais bem loca­lizadas e mais apresentáveis. Os tem­plos que serão construídos seguirão um padrão já definido pelo departa­mento de engenharia da organização, agregando valor a marca e imagem da Igreja Adventista. Para Miguel Almei­da, um dos líderes voluntários (ancião) da Igreja Central de Salvador, o projeto trás um crescimento orientado “com acompanhamento, padronização, me­lhor aspecto físico, melhor qualidade, diminuindo custos e ampliando a vi­sibilidade da igreja.” Segundo ele, que conheceu de perto o projeto, o tempo em que cada congregação local cons­truía seu templo sem uma padroniza­ção e orientação profissional está se fossilizando. “Igrejas mais apresentá­veis e popularmente visíveis é a nova onda…”, destaca.

É o que pensa também Clóvis Aragão, ancião na Igreja Central de Teixeira de Freitas/BA. Para ele “nos dias de hoje devemos levar a mensagem a todos os lugares, bair­ros e centros alcançando a popula­ção de todas as faixas etárias”. Ele entende que ações como esta poten­cializam a presença da Igreja Adven­tista. A igreja onde ele faz parte já se envolveu no projeto alcançando áreas próximas à sua congregação, no intuito de abrir um novo templo. “Do que depender de nós, queremos em menos de cinco anos construir es­ses templos.” Declara entusiasmado. Para ele, o projeto é arrojado, envol­vente e motivador. Um desafio para os fiéis, uma ideia que dá uma moti­vação extra. ”Estamos prontos para vencer esse desafio o mais rápido possível”, falou com veemência.

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